O que esperamos em 2017?

 

Quando um ano está terminando, com as lembranças que deixou, a montanha russa que é todo ano; nós já estamos cansados. Não está diferente nestes momentos últimos de 2016. Foi um ano realmente difícil e muito intenso. Nunca houve tanta coisa acontecendo e tanta informação circulando. Só uma simples comparação: em 1822, ano da independência do Brasil, demorou cerca de 2 (dois) meses para que a informação do acontecimento que aconteceu em São Paulo chagasse ao nordeste – que nem era região a época.

Hoje temos um turbilhão de informações a todo instante em nossa porta, em nossos quartos, em nossos escritórios, na palma de nossas mãos. Resta então uma pergunta bem propicia para esta hora: até onde isto é bom?

A quantidade de informações negativas pode nos levar a desesperança ante os fatos. É o que acontece com uma pessoa que está doente por exemplo, a medida que vai sabendo do real quadro clinico que vivencia, mais vai ficando cada vez mais desesperançada!

Inúmeros personagens na bíblia passaram por situações semelhantes. Gideão estava malhando trigo onde amassava-se uvas – o lagar. Este fato dava-se porque o exercito poderoso dos midianitas cercava Israel e todos estavam com medo, inclusive Gideão. Quando em certa altura do trabalho, apareceu um homem ao seu lado e proclamou as boas novas vindas diretas do céu informando que o Senhor era com ele…

Qualquer pessoa que recebe uma palavra de animo tem a tendência de esboçar alegria ante as palavras de conforto; mas com Gideão as coisas foram diferentes. A desesperança era tamanha que o homem que tinha verdadeiramente a companhia de Deus acreditava que o criador não se importava mais com a situação de desespero e dor que o povo atravessava. (Juizes 6.12,13)

A possibilidade mais normal do mundo é a do homem perder as esperanças. Em momentos de estresses intensos, chegamos a crer que tudo que foi prometido não mais acontecerá. Quando as informações chegam a nossos ouvidos ou a vemos com nossos olhos, a desesperança parece o caminho ideal para resolução dos problemas. Porém devemos ter em mente a pergunta que não pode sair de nosso intimo enquanto estamos neste mundo: o que eu espero pra mim nesta nova etapa?

A bíblia está repleta de promessas, a bíblia está recheada de palavras de orientação que nos levam a repensar nosso mundo; este livro do qual me refiro é uma porta larga para que agente reavive a esperança que por ventura as intempéries do nosso cotidiano queira nos roubar.

Na historia bíblica que abordamos acima, a esperança reviveu a partir de provas com Deus e de muita confiança na salvação do altíssimo. De 30.000 (trinta mil) soldados, restaram 300… Deus precisou de 1% para derrotar os inimigos de seu povo!

Não perca a esperança, corra para os pés de Cristo e espere um 2017 diferente do ano que tivemos; um 2017 de benção sem medidas, de portas abertas, de conquistas, de vitórias sem limites. Que guardemos a palavra de Deus em nossos corações e entendamos que aquele que começou a boa obra em nossa vida continua fiel independente dos anos que chegam e passam…

 

“Filho meu, não se apartem estas coisas dos teus olhos: guarda a verdadeira sabedoria e o bom siso; Porque serão vida para a tua alma, e adorno ao teu pescoço. Então andarás confiante pelo teu caminho, e o teu pé não tropeçará.” Provérbios 3:21-23

 

Eloi Santos

Nascido no Recife, capital de Pernambuco, tem 30 anos, é casado com Daiana Santos e pai de dois filhos chamados David e Jhonatas Eloi. Tem formação em História e Direito e atualmente é graduando em Pedagogia pela UFPE - Agreste. Teólogo auto-didata, Pastor Evangélico; é autor de poesias, apostilas, crônicas; além de trabalhar como professor, arbitro da justiça privada e cerimonialista em eventos.

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